Entre paredes

Ele me pediu um segundo
E foi direto para o banheiro…
Minhas mãos tremulas,
Não resistiu…
Eu era um homem com 32 anos

Mas com fetiches loucos
E doidos…
Eu não queria que fosse assim
Mas a suas mãos tomaram conta de mim

Eu estava dentro de um banheiro
Dividindo prazeres
Era o silêncio prejudicado
Com seus sussurros e gritos de prazer

Eu poderia fingir
Como qualquer um poeta…
Mas não,
Eu sentia o praze invadir meu
Corpo e domina minha alma…

Anderson B.

Meu corpo Meu instrumento

Pela reflexo da minha janela
Eu fui capaz de me observa
E poderia sentir meus traços corporal,
Me levando a atraçõe fortes.

Meu corpo se contorcia entre
Formas que ele mesmo atribuía
Foi me excitando que descobri
Foi me olhando que me atrai

Aquela forma não era feminina
Aquele trajes era o que me enlouquecia
Minha mãos conhecia um corpo
Que a anos eu escondia

Um mundo desconhecido
Um mundo que eu descobria
Me mastrubava diante de meu espelho
E me sentia aliciado por mim mesmo.

Anderson B.

Não cutive flores cutive amo

Achei que fosse alguma data especial
Quando acordei e encontrei flores…
Dedicada para mim, eu até chorei diante daquela espelho parece que estava adivinhando que havia flores!

Mas ontem a noite nós discutimos, palavras àsperas foram dita, ele parece que se arrependeu suas palavras não foram seria.

Esta sexta feira até que me supreendeu, chegou com um pacote fechado bem bonito por sinal e tinha alguns bombons e algo que pudesse me animar, estava cabisbaixa, havia flores cheirosa para me dar…
Mas pela manhã ele me fez chora, me enforcou e com toda raiva em seu olhos eu pude percebe que acabaria o amor…
Me trouxe chocolate, coisa fina acho que se arrependeu.

Ganhei flores novamente e alguns beijos no rosto, me senti especial de fato eu confesso na nossa comemoração de namoro não chegou a este nível…
Tirando calor que eu senti pelo fato de estar de manga longa, demorei um secúlo para ir dormi a maquiagem pesada insitiu em meu rosto ficar.

E acredite as marcas de suas mãos e tapas em meu corpo ficou por algum tempo, mas acredito que não foi tão serio ele trouxe flores.

Hoje!
A hoje e meu velorio e acho que agora posso me sentir em paz, pois o pesadelo já passou, hoje ele chora em meu caixão dizendo que me amou e que eu fui embora e o deixei na solidão…
Aquela arma não era para ter disparado, mas ele jura que foi acidental.

E não e que ele se arrependeu mesmo, até flores ele trouxe para meu funeral.

Anderson B.

A despedida triufal


Eu semti aquele cheiro novamente
E me parecia que fosse a ultima vez
Eu não tive coragem de me despedir
E ali mesmo eu sentei e esperei dela vim.

Sabe o ceú escureceu de uma forma
Teneblosa e parecia que aquele momento
Era passageiro como o vento que passava
Em minha varanda trazendo o frio.

Eu senti meus dedos congelrem,
Aquela sensação foi a primeira que senti
Ao descobri a poesia…
E eu estava ali sentindo á novamente
Sem ao menos os dedos mexer…
E ela veio fria e gelada como de costume.

Cada pingos que em meu rosto eu sentia
Parecia que me levava dali…
Me entreguei e sentir pela ultima vez
A chuva em mim.

Anderson B.

A lua e minha


Como a lua me encanta, entre
Fases e formas de olhar…
Eu me vejo encantado admirando
Seu espaço aqui dentro deste olhar.

Amanhã será outra fase que possa
Me seduzir, meus pensamentos vão
Além a espera dela novamente surgi.

Minha alma senti frio, e meu corpo
Calafrios. Mas alguém me conduz
Lá pra fora neste inverno,
Neste frio.

Incomparavél e seus traços a qualquer
Semelhança e mera conhecidencia
Esta lua ela e minha, em toda concepção.

Levo lapis em mãos macias e desfruto
Das palavras em minha escrivania…
Conto historias, conto versos da fabulosa lua minha.

Ando leve, passos curtos para ter
Certeza que a noite passe em segundos.
Enquanto eu me sinto perseguido pela
Sombra daquela lua.

Anderson B.

Wish you were here


A melhor perde será que existe?
A melhor decepção ela e verdadeira
Perder e uma fatalidade humana da qual
Nosso estintos não estão preparados…

Isso não e comigo baby…
Isso depende da esfera e dos tempos dos
Guais nos trouse a momentos de aprendizado.

Voce ira me perde isso e fato.

Os dias corre com o tempo e eu tenho
Uma leve suspeita que eles nesta
Empreitada ele são aliados!
Será um grande dia, acredite….
As flores iram se abri e a verdade em
Meus olhos estarão clara.

Deixarei sim a melhor das decepções,
Mas entre muitas outras esta será verdadeira.
A minha perda deixara saudades
E muitas lembranças.
Não esqueça de verificar a porta andes de dormi…

Eu lembro que esta era a minha tarefa
Quando contigo ainda estava.

Anderson B.

Eu vi um mendigo, e ele era livre


Espera o castigo de Deus e algo
Tão fútil para mim!
Viver em torno de limitações?
Eu não!
Se não seguir os rótulos e as regras estarei pedestinado ao acaso de seu castigo…
Viver por isso e tão pouco!

Ao mesmo tempo eu vejo um enorme desrespeito a Ele!
A não existencia de crê,
Que o fim ira de alguma forma nós trazer
A verdade deste ser.

Por tanto!
Eu vivo sem algemas,
Sem culpa das quais tudo que não fiz
Eu procuro fazer para que no fim,
Se caso ele me culpar e for um farto para mim,
A vida esteja de fato de acordo e consumada.

A liberdade nunca foi tão cara,
Muito pouco e a felicidade “ela esta nas pequenas coisas”
Pois eu fui ate a catraca e percebi que o cobrador e apenas eu mesmo,
Sou eu que me culpo,
Sou eu que me cobro,
Sou eu que aceito ser escravizado ou livre.

E acreditar que das mãos de um Deus tão Puro e existente, vira um enorme castigo?
Eu não,
Logo eu que mendigo a tristeza
E abencou a alegria dos corações pobres!
Eu estou o tempo todo aqui,
Sentado a espera de seus humildes trocados.

Anderson B.

Eu vi algo divino

Pela breja de minha janela
Eu fui capaz de avistar algo
Caindo do ceú…
Era branco e reluzente
Nâo tinha asas mas era resistente.

Meus olhos brilharam com sua presença
Eu vi a sua majestade
Ele olhou para mim numa forma de
Respeito fechando por segundos seus olhos.

Vestia algo branco como se fosse anjo,
Do céu caindo em prantos…
Não indentifiquei, estava morta sem vida
Algo em suas mãos o importava.

Todo seu esforço foi invão,
As lágrimas eram real…
Sem esperança ele olhava as alturas
Esperando respostas divina.

Suas asas já não lhe dava mais poder
E sua unica força era exposta em lástimas.
Anderson B.

Liberte os Grilhões


Venha baby eu posso criar outro
Mundo, segure minha mão quero
Te leva a algo novo fora desta bolha
Por alguns segundo e instante segure
Minha mão…

Eu tenho segredos guardado a ti
Venha e grite bem alto que você esta
Livre, os grilhões eles não são mais reais,
Esqueça o sinal os farõeis e apenas regras
Criadas por nós mesmo.

Estenda suas mãos e esqueça os sino
Ele apenas anuncia a hora da partida
Eu posso te ajudar se você minhas mãos
Segura…

Não me prenda a seus encantos eu sou
Capaz de me liberta…
Segure minhas mãos vamos voar
Solte os ferolhõs imaginario e venha
Sonhar.

Anderson B.

Todo dia nova História(Alzheimer)

Eu fiquei horas te olhando e admirando
Seu olhar me observando,
Cada traço que suas vistas passava em
Meu rosto eu sentia a dor,
E sabia que em algum lugar ali dentro você estava…

E nesta manhã você recusou meu café
E disse que não sabia por qual
Sentido as pessoas eram capazes de
Apreciar algo forte e amargo,
Logo você que todas as manhã não
Recusava um gole se quer desta maravilha.

Percebi o seu olhar de desespero quando me viu,
Tocou em meu rosto e sorriu…
Perguntou qual era meu nome e qual
Era o seu, e por qual motivo
Estava lhe ajudando!?

Todos oa dias eu tinha uma nova história
Todos os dias ela apreciava novas iiguarias
Todos os dias era um homem diferente em sua cama…

Passarei o resto de minha vida a fazer seu café,
A esquentar sua comida
A mesma que você sempre apreciou
“massa com molho e uma taça de vinho”
Jamais irei largar as suas mãos
E deixar você caminha sem ao menos
Eu estar a te guiar.

Ela olhou para mim e disse:
– Eu te conheço desde quando você era bem pequenininho!

Anderson B.