Encaixotando

Te darei todo prazer do mundo
As vontades de viver
Seram todas dadas a você,
Mas o amor guardarei. . .

Bismado e olhos fulminante,
A acreditar que estou a enganar.
Ele disse com Rosas a me dar,
O amor era meu não e justo guarda!

Seu semblante caiu junto suas lagirmas
Secaram. . .
Seu sorriso deixou saudades
Nos retratos que busquei.

Mas o amor eu guardei. . .
O amor eu não lhe dei.
Cansado de procurar o amor eu poupei
A dor e guardei,
Sim guardei o amor!

Anderson B.

Anúncios

Versos que neguei

De todas as minhas perdas
Poucas delas eu me arrependo
O que me doi mais
Foi ter perdido o seu sorriso

Suas sarcastidade
De se alegra a me ver
Porque escondia este amor
Na certeza de ninguém poder
Saber?

Obtive a resposta
Da qual me fez crer
Era medo
Medo de meus braços se envolver
Com seu ser

Anderson B.

A Pipa

O garoto que vendia
Pipa
Ele dizia que era fasinad
Pelos pássaros e suas asas

Ele vendia sonhos
Dos quais não podia realizar
E toda pipa que subia
Sua alma aplaudia

E lá no alto ele se via
Cortando e rasgando
O céus daquela
Vila

O garoto que vendia pipa
Se fantasiava
Todos os dias na ilusão
De um dia poder voar dividindo
Os céus com aves de rapina

Anderson B.

Dias que se foram

Fiz uso de alimentos frios
Em banheiros sujos. . .
Funcionário da rua puxando
Caroça para simplesmente
Alimentar a esperança
De dias de gloria.

Deixei de acreditar nas
Incertezas para acolher
As minhas verdades
Descartando as mentiras
Nas esquinas da vaidade

Fui correto ao ponto de
Julgar meus erros
Mas não aceitei migalhas alguma
Que não fosse conquistada
Por meus feitos

Anderson B.

Dias Ruins

Eu afoguei a dor em lágrimas
A endorfina não foi suficiente
Minha mente parecia não suporta
Aquela dor. . .

Eles os críticos não viram o
Que estava a porta quando o
Sol se foi se despedindo da
Maravilhosa lua e sua escuridão

Passei a vagar fora do tempo,
E longe de meus pensamentos.
Eu não me lembro o que eu disse
Para escuridão a porta a bater.

Mas eu escutei um senhor bravo,
Daqueles bem conservadores dizendo
Ao vento, não havia ninguém lá. . .

“Mantenha sua lingua mentirosa
Atrás de seus dentes”

“Foi o que ele disse!”

Sonhos terríveis eu tenho dito
E muitos deles ainda durante o
Dia faz questão de me atormentar
Terríveis dias,
Terríveis noites
Eu estou a suporta.

Anderson B.

Woman

Mulheres que cansa
Sem ao menos ter orgulho
Mulheres que choram
Sem ao menos ter lenço

Mulheres que geram
Mulheres que são mães
Mulheres que ama
Mas porém se engana

Mulheres, mulheres de Lennon
Mulheres de Bruno
Mulheres que carregam hino
Mulheres com espírito de Elize, Inseguras

Mulheres que cansa e se rasgam
Mulheres que solta o verbo
Mulheres que escrevem versos
Mulheres, mulheres

Mulheres que sorri
Mulheres que fazem rir
Mulheres que são ricas
Mulheres que fazem ricos

Mulheres que dança
Mulheres que NUNCA descansa.

Anderson B.

Guerra fria

Entre guerras que eu ja presenciei
Nunca fui capaz de assisti
A minha própria guerra,
Mas me comovo com a do vizinho

A nossa guerra e fria e oculta
Está guerra não assistimos
Nós jornais
Se inicia muito cedo diante da
Escuridão do anoitecer

E um luta constantes muitas das
Vezes por poucos instantes
O sopro que nos trouxe o ar
E o mesmo que nós tira de combate

E fica as lembranças de uma guerra,
Fotos e fotografias nas estantes
Sem reconhecimento a luta e em vão
Guerra obsoleta que nós tira os
Dias de glórias

Anderson B.

Café, chocolate e poesia

Não se esqueça a politica não te dar
Um situação de vida melhor
Por que se não eles perdem eleitores
analfabetos

Entre as guerras e suas criações
Ele alimentam o ódio
Sempre criando a ilusão que
O culpado e sempre quem os elegem

A guerra na visão de um poeta
E tão letal quando as balas
De fuzil que alveja o inocente
Senta e reflita

Causamos mais medos do
Que uma nação em manifestação.

Anderson B.

Coletivo poético

Ela estava largado
Como se tivesse em sua casa
Desolada eu acredito que ela se encontrava. . .

O amor que ela não cultivou
De si próprio. . .
Acredito ter matado aos poucos,
Enganada.

Havia uma boa parte de seus seios
De fora. . .
E uma boca faminta a usava
A buscar de alimento para vias aterias.

Me olhava com olhos de desprezo
Como se eu fosse parecido
Com todos os outros que a largou
Apaixonada e quente a beira da cama.

Anderson B.

A um louco a solta

Me interne antes de meu manifesto
Me impeça que eu cumbra meu dever
Traga a camisa de força a um louco
Com rosas e taças de vinho a porta a bater

Meu coração doi
Bem antes das seis, seu rosto em
Minha memória ainda existe
Traços por traços eu sou capaz de
Desenha-lo

Traga algo que me impeça
A acreditar no verdadeiro amor
Pois é tarde, muito tarde para o
Manifesto romântico com rosas e flor

Prefiro estar livre
Com minhas falsas paixões
Minhas falsas ilusões do que amar
Por si só apenas sozinho. . .

Anderson B.